Goiânia, Hotel Comfort e algo mais

Abril 22, 2009 (Quarta-feira)

Faz algumas semanas que não escrevo aqui, mas como já expliquei em outro post este blog é para ser encontrado e não seguido. O que me motivou desta vez foi uma luz piscante na minha suíte do Comfort Suites Flamboyant, em Goiânia.

Antes que pense mal desse pequeno representante da rede Atlantica Hotels International, já vou avisando que o causador não é um farol em frente ao hotel, mas sim um problema elétrico que me fez acreditar que houve um engano ao instalar o sinalizador do edifício.

Vou ser mais claro, na minha suíte tem uma lampada que, mesmo apagada, pisca aleatoriamente. Se isso me incomoda?, nem tanto quanto as 3 vezes que precisei reprogramar o cartão-chave porque ele havia “desmagnetizado”. Mas tenho que admitir que esse probleminha elétrico já me rendeu alguns sustos ao acordar de madrugada.

Posso ser chato, mas o que sempre me impressionou em hotéis foi a padronização dos serviços. Essa padronização faz com que se mantenha a qualidade da franquia em qualquer lugar, te dando maior segurança e fidelidade na escolha. O que aconteceu durante minha pequena estada no Comfort Suites Flamboyant mostra que o hotel tem muito a melhorar.

Fiz o checkin no domingo a noite, na segunda-feira dei uma saída e voltei no fim da tarde, como já era de se esperar, a cama estava arrumada, toalhas trocadas, acessórios do banheiro reorganizados e mini-bar reabastecido. Um lençol sobrando em cima da cama me fez rir sozinho, pois provavelmente a camareira tinha o esquecido, foi até bom ter rido um pouco, pois assim abstraí o fato de que minutos antes tive que voltar a recepção para reprogramar o cartão que abre a porta¹.

Uns amigos me ligaram convidando para dar uma volta na cidade, como vou ficar um bom tempo em Goiânia é claro que aceitei. Na volta novamente fiquei trancado para fora do quarto, tendo que voltar a recepção para reprogramar o cartão².

Na terça pela manhã sai para um churrasco com amigos e voltei a noite, como já era de se esperar a cama estava arrumada, toalhas estavam trocadas e… só.

Dessa vez a camareira esqueceu de uma das toalhas (4 de 5), de colocar saco na lixeira, de tampar o copo de gargarejo e de reabastecer o mini-bar. Mas pelo menos levou o lençol que havia sobrado no dia anterior. Ah.. também como já era de se esperar: o cartão me deixou pra fora pela terceira vez.

Apesar de ser um hotel muito confortável e agradável, ele pecou feio na padronização e na estrutura. Quanto a cozinha, ainda não tive oportunidade de experimentar o café, mas se depender do x-burger servido à meia-noite, o restaurante “Baru - Culinária da Terra” está aprovadíssimo!

PS: Agora vou dormir, para acordar cedo e experimentar o café da manhã antes de fazer o checkout.

2 Responses to “Goiânia, Hotel Comfort e algo mais”


  1. Atualizando: O café é muito bom, apesar dos pãozinhos estarem meio secos. E na volta do café, como já era de se esperar, O CARTÃO NÃO FUNCIONOU NOVAMENTE!

    Dessa vez a recepcionista até perguntou se ficou próximo do celular, se eu fosse magrinho eu até responderia que “sim”, mas nem isso posso afirmar já que ficou todo tempo no bolso direito enquanto o celular estava no esquerdo.

    Solução? Contratar a Passebus, pelo menos os cartões de cartolina deles não desmagnetizam.

  2. Sandro Says:

    Pãezinhos, não pãozinhos hahaha.
    entao.. eu posso dizer que tenho uma “larga” experiência em ficar hospedado em hoteis, que pelo nome que têm, deveriam fazer jus mantendo a qualidade e padrão de serviço.. Pois bem, tenho um bocado de histórias e causos pra contar.. Fiquei 3 meses em um hotel da rede Holiday Inn (Holiday Inn Express, em Puebla/Mexico) e mais 3 meses em um da rede Hilton (Hilton Homewood Suites, em Harrisburg, PA, USA). Ambos, de nome muito conhecido e respeitado. Mas em ambos eu tive o mesmo tipo de problema que você vivenciou: chaves que desmagnetizam, serviço esquecido pela metade.. No Homewood Suites, aconteceu de eu deixar uma balinha (tipo MMs) propositalmente em um canto da sala, e essa balinha ficou ali por semanas a fio, intocada.. O que acontece é que tem o fator humano na parada: por mais que seja UM hilton, ou UM Holiday Inn, que fez o serviço foi um empregado, que geralmente tem que dar conta de arrumar muito mais quartos do que deveria ser.. Qualquer hora vo criar um blog pra contar minhas histórias de viagem tb, acho que tenho um bocado :)


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