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Smart Home: The Next Big Gold Rush

7 jun

All the big players have been gearing up for this for a long time. The first step was put the right device inside the house and put the remote control on people hands. This week, the “remote control leader”, Apple, announced that they will launch a new software platform for Smart Home.

The Home Kit will allow a developer to use a simple set of controls to toggle the states of devices or send commands to them. As expected from Apple, it will only work with devices the are part of the “Made For iPhone” program. This announcement, similar to announcements as iPod, iPhone, iPad and the MacAir, has the potential to be a trigger to start a new revolution. But this time, Apple will be not alone.

Microsoft bets on XBox for home entertainment, and they are thinking about ways to control the entire house someday, and this day is coming with the new Windows Phone 8.1. Embrace yourselves, because when the new smartphone apps integrate with the XBox and your Windows PC, the Cortana (Microsoft’s personal assistant) can be the hostess of your house.

Samsung wants a slice of this pie. The company already leads the U.S. Smart TV market and is growing fast in the smartphone market. It wouldn’t be surprising if the first words some people says when they get home were, “Hello, Galaxy”. But, if the Samsung devices are running on Android, Google, and the recent acquired Nest, will want join this club, and maybe reassess the Android @Home fiasco.

Let’s see what’s coming. And after this, the next: Personal Health.

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They got tired of playing on their smartphones and are going to play a bigger game

Google, The Garbage Collector

4 nov

Há um mês iniciei uma “operação limpeza” para eliminar meus resultados do Google. O objetivo era verificar quanto tempo levaria para o indexador trazer resultados mais frescos e “me esquecer”. Minha primeira ação foi examinar todos os resultados que o buscador trazia para meu nome (com aspas). Percebi que a maioria se referia a serviços web que utilizo, assinaturas em sites de clientes e fóruns e notícias que comentei.

A limpeza começou por ofuscar os resultados, para isso troquei os nomes usados em redes sociais como Facebook, Twitter, LinkedIn e Google Plus. Como o pessoal do Google Plus gosta de fazer uma novelinha para trocar o nome (veja na imagem abaixo), excluí o perfil sem remorso algum. Para o caso das notícias e fóruns, mandei e-mails pedindo a alteração do conteúdo e, por fim, alterei lugares onde meu nome estava escrito em páginas que eu tinha acesso, sobrando apenas este blog, que usando as configurações do próprio WordPress escolhi que meu site deixasse de ser visível para buscadores.

Alguém pode explicar para o pessoal de Mountain View que, no mundo real, as pessoas raramente são perseguidas por publicadores megalomaníacos com o objetivo único de explicitar e manter histórico de tudo o que elas fazem nas ruas?

Minha teoria era que em duas semanas os resultados começassem a sumir, fiquei surpreso ao ver que 3 dias depois eles já diminuiram de 1370 para 1350, e mais surpreso ainda quando percebi que, em momentos de crise, nosso Garbage Collector entra em desespero e começa a apelar.

O primeiro fator estranho é que o resultado contendo meu perfil do Google Plus não desapareceu, mesmo tendo sido o primeiro registro a ser excluído e ser algo dentro do seu próprio domínio. Até aí tudo bem, eles só estão protegendo seu produto, mas tudo muda quando no primeiro resultado você lê a frase: Uma descrição para este resultado não está disponível devido ao arquivo robots.txt do site. Saiba mais. Isso mesmo, Google só respeita seu robots.txt quando é conveniente para ele.

Google desrespeitando regras de robots.txt

Robots.txt é um protocolo criado em 1994 que visa proteger o conteúdo de páginas na internet. Segundo o Google, ele respeita as regras do protocolo e na teoria não exibe resultados onde o Robots.txt está limitando seus robôs de vasculharem o site.

Outro fator extremamente estranho foi que depois das páginas internas do blog sumirem o número de resultados mais que dobrou, indo de 1350 em 7 de outubro para 3390 em 25 de outubro (screenshot acima). Acontece que, ao não ter conteúdo interessante suficiente para manter seus números altos, o buscador preferiu abriu seu leque para serviços secundários como Twitter, que seria colapsado em uma busca comum.

Hoje, exatamente um mês após o início da limpeza, tenho 2940 resultados e tive mais uma surpresa: Google Garbage Collector restaurou links inimagináveis como meu Badoo, excluído há mais de um ano, meu flavors.me que parecia nunca ter sido indexado, um perfil do Sonico que nem lembrava da existência e dezenas de sub-serviços sem relevância alguma.

Resumindo: Imagine o Google como um paparazzi atrás de você 24 horas por dia, batendo fotos da fachada da sua casa (Facebook), gravando o que você diz entre uma roda de conhecidos (Twitter) e stalkeando sua vida profissional (LinkedIn), mas quando você diz para ele que já chega, que você não está mais afim de ser perseguido, ele começa a revirar seu lixo para re-publicar coisas como sua ida à padaria ou a tropeçada que você deu na calçada quando um dálmata listrado cruzou seu caminho aos 7 anos de idade.

Post-Scriptum

Apesar do perfil do Google Plus ainda não ter desaparecido dos resultados até hoje, as referências ao Facebook foram retiradas menos de 2 semanas depois de eu trocar meu nome na rede social. Já o LinkedIn foi alterado há alguns dias, enquanto isso Twitter esta lá e parece que não pretende se mover.

Fantástica história da falta de segurança no Facebook

25 out

Depois de uma famigerada matéria do Fantástico, rolaram comentários sobre a “falsa proteção do Facebook” e maneiras infalíveis de proteger sua conta solicitando aos seus amigos que alterem suas configurações de atualização. Em resumo: Bullshit!

Primeiramente, na minha opinião, quem acredita e perde tempo com folhetins dominicais televisivos tem mais é que se iludir e continuar repassando mentiras pela internet. Mas, por desencargo de consciência, devo informar que a alteração das configurações de atualização só altera a forma como o “Amigo” vê suas atualizações, e não o mundo público e depravado.

Um dos grandes problemas da internet hoje se chama Google (e seus correlatos), que incentivam pessoas a encher a internet de lixo, organiza esse entulho de forma extremamente duvidosa e oferece aos seus usuários um conteúdo reciclado baseado na experiência de seus amigos, vizinhos e semelhantes. Outro problema, é claro, é o próprio usuário da internet, que usa as redes sociais para escancarar sua vida aos sete ventos e espera que mesmo assim essas informações estejam seguras.

Mas voltando ao Facebook, as rotinas de segurança que teoricamente tornariam um perfil mais “seguro” se referem exclusivamente ao próprio perfil do usuário, sendo assim, nada que este usuário peça para seus amigos fazerem salvará sua identidade dos seres virtuais inescrupulosos que permeiam a internet em busca de informações fresquinhas sobre filmes assistidos, comentários da novela e o almoço do dia anterior.

O Facebook é uma ferramenta em evolução que traz cada vez mais opções que elevam a privacidade do usuário. A mensagem que rolou pela internet instruia as pessoas a ocultar “Comentários e opções Curtir” de forma inútil. Para fazer isso basta usar as ferramentas de privacidade do próprio serviço. Segue algumas sugestões explicadas em segunda pessoa, quer dizer, para você.

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Um ótimo hiybbprqag day pra você

2 fev

A muitos anos atrás, antes do Google nos libertar, o mercado de  buscas na internet era dominado pelos buscadores de diretórios e metas, que possuiam um enorme banco de dados com websites indicados pelos próprios usuários e, até então, supriam as necessidades dos usuários de internet.

Com o passar do tempo, e o número de sites na internet crescendo exponencialmente, esta realidade foi alterada pelos famintos robozinhos do Google, que entram em um site e começam a vasculhar links para descobrir todos os dias milhões de novas páginas. Mas, desde o início e até hoje, um dos pratos favoritos destes robozinhos é o “buscador secundário”, que naquela época era representado principalmente pelo Yahoo! no mundo, e o Cadê? no Brasil.

Resumindo: Buscador buscando em buscadores por buscas mais buscáveis. Não deu pra enrolar a língua né? Poisé, mas quem se enrolou ontem foi um engenheiro da Google quando afirmou que “resultados de busca do Bing são uma imitação barata”. Segundo uma experiência realizada pela equipe do buscador, a concorrente estaria usando o Bing Toolbar e o Microsoft Internet Explorer 8 para copiar os resultados de buscas do Google.

Para comprovar a suposta “fraude”, a gigante das buscas criou cerca de 100 palavras inexistentes (como  “hiybbprqag”, essa sim enrola a língua!) e vinculou a sites que não tinham qualquer relação com estas palavras, depois disso, juntou uma equipe de 20 engenheiros em computadores com Windows recém instalado e Internet Explorer 8 com Bing Toolbar, todos com as opções de “sugestão de sites” e “colaboração para melhoria de serviços” ativados, e solicitou que estes engenheiros digitassem as palavras. Como que por mágica, cerca de duas semanas depois os resultados começaram a aparecer no Bing.

Tudo isso é muito lindo e conspirador, mas o que a Microsoft está fazendo é o mesmo que o Google fez desde o início, principalmente com o Yahoo!, buscando em concorrentes para ter melhores resultados. A diferença é que eles estão fazendo isso com o auxílio e autorização dos próprios clientes.

Como acontece

Se você optou por compartilhar informações anônimas para auxiliar na melhoria dos serviços Microsoft, ao fazer uma busca no Google, Yahoo!, Ask, Altavista ou outro buscador, a palavra que você utilizou são enviadas para Microsoft e esta envia para o Bing (muito inteligente, diga-se de passagem), uma vez que o mesmo não tem resultados para sua palavra, ele vai procurar nos concorrentes e, uma vez encontrada, sua palavra é vinculada ao site que está sendo listado no concorrente (muito perigoso, diga-se de passagem).

Em outras palavras, é como se você fosse dono do Walmart e o caixa do Carrefour te passasse todos os dias uma lista com os produtos que eles tem e você não tem. Concorrência desleal, mas a Google também não é puritana.

 

Devolvam o Orkut para os americanos

28 ago

Não é fácil desenvolver para um grande número de usuários, ainda mais algo com tantos sentimentos envolvidos como uma rede social, mas tenho que dizer que desde que a Google largou de mão o desenvolvimento do Orkut, ele nunca mais foi o mesmo. Se você é um usuário assíduo dessa rede social sabe do que estou falando, entre minha rede de amigos as reclamações são diversas, eu mesmo uso o “Novo Orkut” desde o início e até hoje ainda tenho que voltar para a versão antiga para ver minhas estatísticas de acesso, visitantes recentes, alterar alguns dados com mais facilidade e marcar pessoas em fotos.

Nunca fui fã do design mal planejado (e mal acabado), assim como das novas funções exageradamente inúteis ou usualmente incapazes do “Novo Orkut”, mas as últimas alterações superaram todos os defeitos do site, estragando a excelente função de “Grupo de amigos” que existe desde o início da rede social. Não quero me alongar no assunto, mas só fica a dúvida: Se o objetivo era dar ênfase ao agrupamento de amigos, por que não posso escolher o grupo ao adicionar/aceitar uma pessoa (assim como na versão antiga)?

Arrisco-me dizer que os desenvolvedores e designers brasileiros são os melhores do mundo, mas acredito que jogar o projeto Orkut na mão de estagiários de ensino médio só esteja colaborando com a ascensão do Facebook no país.

Microsoft dos anos 90

31 ago

Quando o assunto é “melhor empresa para se trabalhar” o nome da Google geralmente encabeça a lista. Horários flexíveis, alimentação gratuita variada, massagem para os funcionários, jogos durante o expediente e até aquela folguinha para dar um mergulho.

A mídia mostra a gigante das buscas como uma empresa liberal e inovadora na maneira como trata seus funcionários, fazendo com que profissionais da área alimentem o desejo de trabalhar na Google ou ainda, larguem qualquer outra empresa para isso. Alimentar a idéia e estar no topo de todas as listas faz parte dos objetivos da empresa, atraindo os melhores para seu grupo de trabalho.

O método de trabalho da Google não é exclusivo e nem mesmo inovador, a maioria das jovens empresas dotcom trazem consigo a idéia de deixar o profissional cada vez mais a vontade para desenvolver seu trabalho. Alías, entre as concorrentes da Google, temos a Microsoft que sempre levantou a bandeira de “faça como achar melhor, desde que cumpra suas metas”.

Antes mesmo da Google desabrochar, a Microsoft já era notícia aqui no Brasil e em todo mundo por sua maneira diferente de tratar seus empregados, mas com o aumento das responsabilidades e do quadro de funcionários a empresa teve que impor algumas restrições. Restrições que também estão sendo adotadas pela Google nos últimos anos, que hoje controla até o que seus funcionários comem, agora fica a dúvida: Será que com o tempo as empresas percebem que a produtividade não justifica/paga tais regalias?


Matéria sobre a Microsoft exibida pelo Fantástico nos anos 90.

 

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