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Boa Cabelo, O retorno… (textos)

16 maio

Não se anime tanto, o lendário “Boa Cabelo” não voltou a ativa, este é somente um post respondendo a pedidos de alguns visitantes deste blog.

Em colaboração com a memória da internet, o visitante identificado como “fan”, deixou um comentário com alguns diálogos hilários da série “Boa Cabelo”. Como o texto era grande demais para deixar como comentário, vai abaixo para deleite dos fãs.

Com os textos postados o povo gritou: BOOOOOOOOOOOOOOOOOOAAAAAAAAAAA CABEEEEEEEEEEEEEEEEEEEELOOOOOOOOOOOOOOOOOOO !!! 

CLIQUE AQUI PARA LER TODOS OS TEXTOS DO “BOA CABELO”

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Teoria Geral do Menor Esforço

11 fev

Gosto de aplicar um pouco de lógica ao meu cotidiano, isso ajuda a resolver pequenas pendências e ter uma resposta razoável para determinadas situações. A algum tempo venho aplicando algumas regras que hoje estou nomeando de “Teoria Geral do Menor Esforço”.

O objetivo das regras que vou apresentar é facilitar o processo de decisão e minimizar o esforço em determinadas ações. Estas “dicas” servem para a vida pessoal e profissional, mas aconselho que sejam alterados de acordo com o gosto do digníssimo leitor.

Lei da Terceira Chance

Um problema para pessoas persistentes ou perfeccionistas é que, tentam demais. A cada tentativa elas se desgastam e nem sempre conseguem o resultado esperado, fazendo-as ir até “as últimas conseqüências”.

Esta regra visa limitar as tentativas, dando direito até a bônus caso haja uma reação positiva do interlocutor. O limite são 2 chances.

Por que duas chances? Acertar na primeira é sorte de principiante, por isso a primeira tentativa pode não dar muito certo ou não ser *perfeito*, por isso a segunda chance. Na segunda chance deve-se botar mais emoção, acreditar realmente no que está fazendo e não medir esforços para alcançar o objetivo, até porque esta será a “última chance”. Saber que não haverão mais oportunidades depois dessa fazem com que ela seja melhor pensada e aplicada.

Por que o bônus? A última chance sempre acabará antes da esperança, porque a esperança é a última que morre (sem piadas de sogra aqui). O bônus é creditado somente quando há uma reação do interlocutor, chamo aqui de “interlocutor” a pessoa ou coisa que está interagindo e será o objetivo da jornada.

Exemplos de aplicação:

* Você visualiza uma garota na balada, junta toda sua coragem e vai até ela para ganhar um belo “desculpe, estou com uma amiga”. Claramente ela não se interessou por você. Não perdendo a esperança você dará um tempo e tentará novamente com uma nova abordagem, que se não der certo ela responderá rispidamente “Já falei que estou com uma amiga, você é surdo?!”. Claramente a “Lei da Terceira Chance” lhe salvou, isso porque se você tentasse novamente levaria um tapa na cara e ela chamaria os seguranças.
Bônus: Após ver sua cara de cachorro-sem-dono depois da segunda tentativa ou ao perceber que realmente não era a última bolachinha do pacote, ela tentaria mostrar que olhou para você ou começaria a se insinuar tentando chamar sua atenção. Claro, esta é a hora de dar o benefício da dúvida, ou melhor, dar o bônus. A questão é: Dar o bônus para ela, chegando novamente ou dar o bônus para você, ficando com a amiga dela.
* Você entrega um projeto ao seu chefe, explica detalhadamente o que o projeto se propõe a fazer, ele se mostra interessado e diz que fará o possível para colocar em prática. Algumas semanas depois você percebe que talvez ele tenha engavetado o projeto. Ao invés de aborda-lo simplesmente perguntando “o senhor já levou o projeto para diretoria?”, você prepara um material complementar ainda mais interessante e apresenta novamente a ele mostrando o quão importante é o projeto. Caso ele diga a mesma coisa e nada aconteça, a “Lei da Terceira Chance” lhe ajudou novamente, do contrário você seria o pé-no-saco que seria demitido por insolência ou puxa-saco do escritório que em último caso seria promovido a ASPONE.
Bônus: Por acaso seu projeto chegou a mesa de um diretor, este viu o quão interessante era o projeto e lhe chamou para discutir sobre ele. Agora é a chance de mostrar quanto você está empenhado pela empresa e o quanto seu chefe é um zero-a-esquerda que não teve capacidade nem de levar isso a frente.

Lei do Menor Esforço

Esta regra da “Teoria Geral do Menor Esforço” visa pular algumas etapas do processo de decisão, indo direto ao fim do processo tendo maior chances de concluí-lo com êxito e sem delongas. Funciona também como um complemento da Lei da Terceira Chance.

Exemplos de aplicação:

* A baladinha começa às 22 horas, o pessoal começa a chegar às 23:30, você levaria o fora da menina do exemplo anterior por volta das 0:25 e o segundo talvez lá pelas 2:15. Em desespero ela viria a dar bola para você exatamente às 3:30, pois seria o momento em que ela já teria olhado para todos no ambiente e percebido que eles não estão correspondendo ou você é realmente a melhor das opções.
A Lei do Menor Esforço ensina que você deve chegar na balada às 2:55, sem esforço algum você chegará nela para a primeira cantada às 3:40 e sairá da balada a tempo de um cafezinho na padaria ou onde a imaginação deixar.
* No exemplo profissional da Lei da Terceira Chance, não seria muito ético pular todas as etapas de aprovação do projeto enviando-o direto a diretoria. Mas nada impedira você de “apressar” o processo fazendo um comentário oportuno na frente do seu chefe e do diretor do tipo “como comentei no meu projeto, blábláblá…”.
A Lei do Menor Esforço dita que todo momento oportuno pode ser usado para pular etapas de um processo chegando diretamente ao objetivo final.

A Teoria Geral do Menor Esforço é um conhecimento que está sendo elaborado aos poucos e quem estiver interessado pode contribuir com sugestão e críticas nos comentários deste post. O intuito em dividir estes pensamentos é ter algo que possa contribuir com o avanço da humanidade, asssim como por exemplo o programa espacial, que nos proporcionou avanços tecnológicos como o Wii e o Tang.

PS: O post acima é algo sério que aplico frequentemente em diversar coisas que faço. Obviamente não em tudo. Ou pelo menos não em quase tudo.

Chuchu Conspiracy Theory

22 set

A verdade é realmente assustadora, porém alguém tem que contar e irei direto ao assunto: A cereja em cima daquele bolo delicioso não era cereja, mas sim chuchu.

Exatamente, durante anos – todos os dias – uma rede opressora de panificadora e confeitarias enganam minhares de consumidores, enfeitando seus bolos cobertos de glacê com chuchus coloridos artificialmente.

Isso foi revelado por Dr. Mousse no ano passado, na empresa todos acharam que era uma piada e tiraram sarro do mesmo, porém isso não abalou seu dever cívico de abrir os olhos da população.

Meses atrás, dias antes deste blog ser inaugurado, Dr. Mousse me contou sobre a Teoria da Conspiração do Chuchu e depois de confirmar com minha fonte na grande indústria de alimentos aderi ao movimento e decidi ajudar a espalhar esta verdade para a humanidade.

Então saiba agora toda verdade: As doces cerejas vermelhas com circunferência perfeita que enfeitaram seu bolo de aniversário são na verdade chuchu. As frutas cristalizadas que dão aquele sabor todo especial no panetone doseu natal são na verdade cascas de frutas não identificadas. O pão de batata que você compra na padaria da esquina, não tem batata e o pão francês não é feito na frança!

É difícil assimilar tanta informação de uma só vez, mas a indústria da panificação foi só o começo. Todos os dias somos enganados com produtos artificias que tem o mesmo gosto, o mesmo cheiro, mas não a mesma origem. Pense nisso: A proporção de frangos mortos é igual a de asinhas de galinhas consumidas em lanchonetes? E moelas? Corações? A produção de leite e ovos é suficiente para todo esse consumo? A carne de hamburguer do McDonald’s é mesmo feito de minhocas? O homem realmente pisou na lua?

Enquanto pensa nisso, segue abaixo a receita de cerejas feitas com chuchu publicada no site da nossa fiel militante Ana Maria Braga.

CEREJAS ARTIFICIAIS

Ingredientes:

250gr de bolinhas de chuchu cozido
1/2 litro de água
1 colher (café) de cal virgem

Calda:

1 copo de groselha
2 copos de açúcar

Modo de Preparo:

Cozinhe o chuchu um pouco. Corte em quadradinhos e faça bolinhas. Faça uma calda com a água e o cal. Jogue as bolinhas nessa água. Escorra e jogue as bolinhas na calda da groselha com o açucar. Ferva e desligue. Quando as bolinhas abaixarem, colocar o outro copo de açúcar e ferva denovo. Desligar o fogo. Depois de frio, colocar uma colher de essência de cereja e outra de licor maraskino.

Fonte: Ana Maria Braga – Site oficial

Le mystère de Le Mijon

21 set

Certa noite estava eu e Dr. Mousse saindo para balada quando ouvi dele uma das histórias mais intrigrante, duvidosa e interessante da minha vida até aquele momento, a triste história de Le Mijon.

Esta história se passa séculos atrás, onde os nobres davam grandes festas regadas a muita comida e bebida, juntando em um salão as pessoas mais importantes da sociedade.

Diferente dos tempos atuais – onde quanto menos roupa melhor – as mulheres usavam vestidos muito pomposos com camadas e camadas de tecidos caros e luxuosos. O problema é que depois de ingerir tanta bebida era inevitável a vontade de aliviar a bexiga, aí vem a pergunta que não quer calar: O que fazer com tanto pano?

Para resolver este problema, os nobres deixavam alguns servos do lado de fora da festa para auxiliar as damas, também conhecidos como “Le Mijon”. A tarefa básica era auxilia-las a levantar o vestido e posicionar a cumadre para que não houvesse acidentes.

Basicamente a função do “Le Mijon” era fazer todo o trabalho sujo, exceto…

A história é muito simples, mas retrata a posição de muitos homens ao querer agradar o sexo oposto.

Um dos exemplos clássicos é a famosa carona para balada, onde cara chega na casa da moça, espera meia hora no carro até que ela fique pronta, faz o possível para deixa-la confortável e deixa ela na frente da balada enquanto procura lugar para estacionar.

Na volta, ela já entrou e tá se atracando com um fulano qualquer que não fez nenhum esforço para chegar até ali. Neste caso o rapaz bem intencionado fez todo o trabalho sujo, exceto…

Em breve: Chuchu Conspiracy Theory

18 abr

Domingo, 27 de abril

Prepare-se para ve-lo de uma maneira como você nunca viu!

Abra sua mente, você entrará em um mundo completamente desconhecido e assustador, descobrirá verdades que mudarão a maneira como você vê a sociedade e o mundo.

 

E neste domingo, não perca: “Le mystère de Le Mijon”, uma intrigante história sobre a submissão masculina no século XXI. Baseada nas crônicas de Dr. Mousse.

Boa Cabelo! (in memorian)

15 abr

Dias atrás depois de ver um amigo do trabalho com a frase “Tô pregado” e a imagem de Jesus como foto no msn, eu lembrei desses sádicos hereges que escreviam um blog com um nome relacionado com “cabelo”. Pesquisei na internet, mas não lembrava a expressão completa.

Pois bem, fiquei com aquilo na cabeça durante vários dias até que hoje em um estalo lembrei o nome do site: “Boa Cabelo”. Quem sabe do que estou falando vai me chamar de coveiro, porque essa eu realmente desencavei, acho que deve ter uns cinco anos que conheci o blog desses caras.

Para quem não se lembra ou não conheceu, “Boa Cabelo” era um site completamente sem noção com piadas profanas e muito palavrão. Além de textos com uma gramática horrível, porém muito bem humorados, eles fizeram uma série de quadrinhos. Pesquisei na internet e descobri que o site já está fora do ar a algum tempo.

Como primeiro serviço público deste blog, vou disponibilizar aqui os quadrinhos do “Boa Cabelo” para colaborar com a memória da internet.

Para quem vai ler pela primeira vez, um aviso: Se você não achar graça, não se preocupe, você só não é nerd o suficiente.

Jesus, Boa Cabelo! In�cio, Judas

Boa Cabelo! Moisés, Barba

Boa Cabelo! Milagre Jesus

Boa Cabelo! Bunny Jump

Boa Cabelo! Criação Adão Eva

Boa Cabelo! Calvo

Boa Cabelo! Leprosos barba Moisés

Pegadinha do Cabelo

Boa Cabelo! Noé dominó barba

Boa Cabelo! Matrix Neo Trinity

Boa Cabelo! Vesgo

Boa Cabelo! Burdoguinho Expansion Cannon

Clicando em ler o resto deste post, tem um exemplo dos textos viagens do pessoal do Boa Cabelo, que foi página inicial deles em 2006. É viagem, não é muito engraçado mas é interessante :P

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