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The “dot” and the word that follows it

20 maio

No more hesitation, the moment of truth has come and now it’s all about your imagination and GoDaddy’s domain search saying the magical words: Good news, this domain is available. If you already did this, you will understand what I mean, or if not, maybe you will never have this misfortune of searching through dozen of names till you find an available one.

I'm feeling lucky about taking over the internet

The perfect-good-name.com represents a great opportunity for brands, recently Facebook bought fb.com for $ 8.5 million. Hotels.com domain, today the most popular hotel booking website, was bought for $ 11 million in 2001, two years later the company was acquired in a $ 1.1 billion deal. Evidently, the numbers are really impressive but the domains are losing relevance in a new internet.

In the next years, the Internet will be invaded by new generic domain extensions like .shop, .technology, .microsoft, .london and .guru, these domains will be on the same level as others Top Level Domains such .com and .org and they are already available for purchase. Will this change the relevance of the domains? I say that in no more than 5 years and these domains will not even exists.

Search engines will contribute first to this near future. While hundreds of new domain extensions will be great for new brands, they will be perfect for fraud too. All sizes of brands will loose some important domain names due to fraudulent activities. Like a super hero saving the brands, the search engines will intervene in search results ignoring the keywords that appear in domain name. Without relevance, why does the domain name needs to be so perfect?

Today, new users don’t care about domain name. Yes, observe a child or any new internet user and you will see that they don’t actually use the address bar to type the complete domain name, they know Google and Google says what is good for them. They might write the complete domain name in the search box but not in the address bar, but if they do it right it’s not a problem because the DNS can do it work. So, if the user just searches, why do the companies need a domain name?

Feeling lucky, take over the world. Come on, if you own the biggest search engine in the world and you make the most used internet browser, and this browser is silently updating itself every week, why do your users really need memorize a domain name? That’s easy. No search results, no money. But if you were the faraway second biggest search engine of the world and you make the second most used internet browser, why does your user really need to see the search results? Think about it. This is all still in its early stages.

Reuniões matam ideias. Ideias matam empresas.

31 out

Fecham-se as portas e os ponteiros do relógio não param, atrás delas, homens discutem o futuro de empresas, produtos e pessoas. A cada minuto que passa surgem novas ideias, novas possibilidades. A cada hora que se vai, aumenta-se o risco de se perder o foco e tudo terminar em ilusões baseadas no ego do homem mais forte da mesa.

Ideias surgem tanto em salas de reuniões quanto em mesas de bar, a diferença é que geralmente as acompanhadas por um cafezinho ou uma cervejinha ou são esquecidas no dia seguinte, ou viram projetos milionários. Enquanto isso, as ideias engravatadas passam por horas de discussão e aprovação até que se gaste toda energia de produção em reunião, e perca-se o timing do projeto.

Hoje em dia não há tempo para perder imaginando o “quão será maravilhoso quando o projeto estiver concluído”, ideias têm data de validade e são jogadas no mercado em grandes lotes duplicados. Portanto, enquanto alguns empresários gastam energia e tempo se masturbando, outros já lançaram o produto e estão transando de verdade.

Enquanto alguns se masturbam, outros fazem de verdade

Fantástica história da falta de segurança no Facebook

25 out

Depois de uma famigerada matéria do Fantástico, rolaram comentários sobre a “falsa proteção do Facebook” e maneiras infalíveis de proteger sua conta solicitando aos seus amigos que alterem suas configurações de atualização. Em resumo: Bullshit!

Primeiramente, na minha opinião, quem acredita e perde tempo com folhetins dominicais televisivos tem mais é que se iludir e continuar repassando mentiras pela internet. Mas, por desencargo de consciência, devo informar que a alteração das configurações de atualização só altera a forma como o “Amigo” vê suas atualizações, e não o mundo público e depravado.

Um dos grandes problemas da internet hoje se chama Google (e seus correlatos), que incentivam pessoas a encher a internet de lixo, organiza esse entulho de forma extremamente duvidosa e oferece aos seus usuários um conteúdo reciclado baseado na experiência de seus amigos, vizinhos e semelhantes. Outro problema, é claro, é o próprio usuário da internet, que usa as redes sociais para escancarar sua vida aos sete ventos e espera que mesmo assim essas informações estejam seguras.

Mas voltando ao Facebook, as rotinas de segurança que teoricamente tornariam um perfil mais “seguro” se referem exclusivamente ao próprio perfil do usuário, sendo assim, nada que este usuário peça para seus amigos fazerem salvará sua identidade dos seres virtuais inescrupulosos que permeiam a internet em busca de informações fresquinhas sobre filmes assistidos, comentários da novela e o almoço do dia anterior.

O Facebook é uma ferramenta em evolução que traz cada vez mais opções que elevam a privacidade do usuário. A mensagem que rolou pela internet instruia as pessoas a ocultar “Comentários e opções Curtir” de forma inútil. Para fazer isso basta usar as ferramentas de privacidade do próprio serviço. Segue algumas sugestões explicadas em segunda pessoa, quer dizer, para você.

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Verdadeiro valor de lamber um selo

30 abr

Em 1971, Ray Tomlinson desenvolveu o primeiro código capaz de enviar um e-mail entre dois computadores, daí pra frente foi só questão de tempo para as cartas se tornarem coisa do passado e os mensageiros dentro de empresas ficarem desempregados.

A revolução da mensagem estreitou laços, tornou mais rápida a comunicação, mais produtivo seu dia de trabalho, acrescentou mais interrupções a ele, lhe deixou mais cansado e mais irritado e, consequentemente, menos produtivo. Isso mesmo, como toda boa invenção, o mal uso dela, faz com que se torne uma nova arma. Se você tem uma empresa, esta arma pode ser uma bomba que se torna mais potente a cada novo funcionário e, com o crescimento, pode implodir toda uma vida de trabalho.

Quando se coloca “e-mail” e “produtividade” na mesma frase, logo se pensa em spam e alertas de novas mensagens, mas isso se refere somente a um lado da moeda, o recebimento, esse lado é fácil de resolver, basta investir em um bom sistema anti-spam, não colocar seu e-mail em qualquer buraco e mudar a configuração do seu programa de e-mails, mas como você resolve o outro lado da moeda? Quem configura o “enviador”?

Pensar antes de responder, escrever com cuidado, utilizar linguagem formal, reler o que escreve e, finalmente, escolher corretamente os destinatários, são abordagens comuns em palestras sobre o uso consciente da ferramenta e que começam a ser inseridas nas políticas de uso de e-mails das empresas.

Infelizmente não existe uma maneira de inserir na cabeça do seu amigo, colega de trabalho ou cliente que suas ações podem estar sendo prejudiciais, mas, cada vez mais administradores vem usando a criatividade para superar estas barreiras em suas empresas, criando “dias livres de e-mails”, onde é proibido enviar e-mails internos, impondo limites de respostas e de destinatários, ou até reincorporando a ideia do mensageiro.

Como seria se as mensagens internas da sua empresa tivessem que ser escritas à mão pelo remetente, uma cópia manual para cada destinatário e entregues pelo mesmo na mesa de cada um? Será o remetente escreveria tanto? Será que não pensaria antes de escrever? Qual seria o número de destinatários para uma mesma mensagem? Haveriam tantas respostas?

Dentro de uma empresa, é válida toda tentativa de ensinar seus colaboradores o valor de se lamber selos e certamente trará como benefício um local de trabalho mais agradável e produtivo. Faça um teste: escolha uma terça-feira qualquer pela manhã e informe a sua equipe que neste dia todos novos e-mails internos e respostas de anteriores deverão ser escritos a caneta e entregues pessoalmente. Mas aconselho que faça isso verbalmente, ou vai preferir escrever à mão um bilhetinho para cada destinatário?

PS: Responder também é enviar.

A caixa de entrada gera expectativa e muitas vezes frustrações, uma resposta com um simples “ok”, pode ser interpretado de diversas maneiras por quem recebe e o fato de “não responder”, pode ser entendido até como um ato de rejeição. Utilizar respostas automáticas ou linguagem formal, no início, pode até causar desconforto por parte do receptor, mas é uma excelente forma de reduzir mal-entendidos.

Impacto que os processos de comunicação social têm em aspectos sociais da nossa vida

1 mar

Desde o início, cada evolução da humanidade traz um impacto no convívio social. A descoberta do fogo trouxe poder e alterou os costumes noturnos de quem o possuía. Nos processos de comunicação não foi diferente.

A evolução dos meios de comunicação trouxe acesso à informação a um maior número de pessoas, fazendo com que indivíduos de diferentes idades e classes sociais pudessem formar opinião de uma maneira mais rápida e concisa, mudando assim a velocidade como a própria comunidade pensa e muda seu formato.

Atualmente, a internet vem alterando o convívio entre os jovens, através dela estes ganham autonomia de conhecimento, podendo alcançar qualquer conteúdo com simples pesquisas em mecanismos de busca ou acompanhando sites de notícias e blogs. A autonomia conquistada por estes jovens traz maior convicção em suas decisões, dando-lhe capacidade de argumentar sobre assuntos que, alguns anos atrás, indivíduos da mesma idade nem se quer ouviam falar.

Para expor suas idéias, os jovens passam a utilizar cada vez mais a internet para fins de comunicação, estendendo o convívio físico para o convívio virtual, compartilhando conhecimento através de ferramentas de relacionamento virtual como chats e redes sociais.

Antes da internet evoluções parecidas aconteceram através de cartas, rádio amador e posteriormente telefone. Quem dominava este tipo de tecnologia ou conhecimento, trocava experiências com outros que também possuíam este meio e se fechavam neste grupo. A diferença destes meios para a internet é o tamanho da rede, a quantidade de informação e o número de pessoas envolvidas no processo.

Dizer que a internet ou este novo comportamento é ruim, é como ignorar que o fogo foi para nós a maior evolução humana. Conviver, entender e participar dos hábitos desses “indivíduos virtuais” é parte importante do processo social.

Para cada necessidade, uma demanda de esforço

28 fev

Ninguém acessa uma página de internet simplesmente por acessar, o visitante precisa de um motivo, nem que seja somente curiosidade. Pessoalmente, acesso diversos sites só por curiosidade, costumo fazer críticas mentais ao design, navegação e funcionalidades, depois fechar o navegador ou partir para outro.

Como consumidores que todos somos, visitamos sites de empresas por diversos motivos, e para cada consumidor o motivo da visita é extremamente importante e de primeira necessidade. Se ele não encontrar naquele site, vai procurar no do concorrente.

Em geral, cada necessidade gera uma demanda de esforço, portanto se eu precisar do endereço ou telefone de uma empresa e não encontrar no site oficial, ficarei decepcionado, mas vou acabar pesquisando em sites de buscas até encontrá-lo. Neste caso, a demanda de esforço se limita a minha fadiga.

Diferente do que a maioria das empresas costuma pensar, o cansaço não é a demanda de esforço mais comum na internet. Cada vez que seu cliente em potencial não encontra o que procura no seu site, pode encontrar no do concorrente talvez com até mais vantagens do que você poderia oferecer. Assim se perde um cliente e seu concorrente agradece.

Recentemente a Casas Bahia inaugurou sua loja virtual, um projeto gigantesco que já era planejado anos antes da implantação, mas para início das operações a empresa acreditava que seria ideal um mínimo de 4 milhões de cartões Casas Bahia antes de se aventurar no e-commerce.

O domínio casasbahia.com.br sempre hospedou um website institucional com a história da empresa e a localização das lojas. Por que a marca não anunciava aos 4 ventos seu endereço na internet?

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